A Polícia Federal é a principal fonte de prova do jogo. O diretor decide quem investigar e com quanta força, e cada dia de inquérito pode revelar rastros de corrupção.
- Como chega
- Convite do presidente da República, sem passar pelo Senado. O convidado tem 48 horas para aceitar e toma posse no aceite
- Requisito
- Faculdade de Direito, 21 anos e nenhum outro cargo
- Quantos
- 1
O que faz#
| Poder | Como funciona |
|---|---|
| Abrir inquérito | Começa uma investigação, um em curso por investigado. Contra quem tem foro, precisa de autorização do STF |
| Distribuir as equipes | A PF tem 6 equipes, e o diretor decide quantas vão para cada inquérito aberto |
| Pedir operação | A busca e apreensão, autorizada pelo STF, revela em público o que o inquérito achou e procura o resto |
| Pedir quebra de sigilo | Autorizada pelo STF, procura em sigilo os rastros no dinheiro do investigado |
| Recorrer ao plenário | Do pedido indeferido pelo relator, em até 48 horas |
| Encerrar o inquérito | O relatório vai à PGR, que denuncia ou arquiva |
O inquérito sobre o próprio diretor, ele não vê. Quem conduz esse é a PGR, com 2 equipes dela, à parte das 6 da PF. | Pedir medidas cautelares | Busca e apreensão, quebra de sigilo, bloqueio de bens, prisão preventiva, afastamento do cargo. Quem decide é o relator no STF | | Negociar delação | O investigado entrega rastros de outros em troca de pena menor. O STF homologa o acordo |
A PF faz parte da área de justiça e segurança do governo federal. Cada ato do diretor tem forma estruturada; o texto que o acompanha é RP.
Como os rastros aparecem#
Todo ato de corrupção gera um rastro escondido, com autor, cúmplices, valor, data, gravidade e exposição. A exposição sobe com o tempo e com o valor.
- Inquérito: a cada tick, as equipes procuram os rastros do investigado, com chance que sobe com a exposição e com o número de equipes. O achado fica em sigilo.
- Operação: revela em público o que o inquérito achou.
- Delação: o sistema só deixa entregar rastros que existem. Ninguém delata mentira.
- Receita: o dinheiro por fora, que a renda não explica, acende um alerta para a PF e a PGR, com chance que sobe com o valor (Investigação).
A prova é gerada pelo sistema, e não inventada por ninguém. Decidir quem investigar, porém, é escolha política, como na vida real.
Quem mais participa#
- PGR: pode requisitar investigações à PF, que passa a investigar com a capacidade investigativa dela.
- STF: autoriza a investigação de quem tem foro e decide as medidas cautelares.
- Denúncia: a PF investiga, mas quem denuncia é a PGR. O caminho é inquérito, denúncia, recebimento no STF, julgamento e pena (Processo e pena).
Cargo de nomeação#
A PF nunca tem NPC. Sem diretor, o cargo fica vago até o presidente convidar alguém e o convidado aceitar. O Desenvolvedor também pode nomear, inclusive na abertura da temporada, e toda nomeação dele vai para o log público.
O presidente exonera o diretor quando quiser, e o diretor pode deixar o cargo quando quiser. O convite perde o efeito se vencer, se o presidente sair, se a PF ganhar diretor por outro caminho ou se o convidado passar a exercer outro cargo.
O jogo não tira do cargo o diretor que some. A PF sem gestão entrega menos, e a conta chega para o presidente que nomeou.