Todo jogador inscrito na temporada é eleitor. O voto dele entra nos 20% do voto dos jogadores; os outros 80% vêm do eleitorado simulado (Como funciona a eleição).
Quem vota#
Uma conta com um personagem vivo forma um eleitor. A conta é vinculada a um e-mail e a um Discord, cada um único no sistema. De graça, sem o passe, só vota o personagem criado até 3 dias antes do dia da votação: quem cria uma conta na véspera vota na eleição seguinte. Com o passe, que é pago a cada temporada, o personagem vota já.
Domicílio eleitoral#
Você vota no estado do seu domicílio eleitoral, escolhido na criação do personagem (Personagem). Dá para trocar quando quiser, na página das Eleições, mas a troca depois do prazo de domicílio, que fecha junto com o de filiação, só vale na eleição seguinte: naquela, você vota e se candidata pelo domicílio de antes (Convenção e DRAP). Quem tem candidatura aberta por um estado desiste dela antes de trocar.
O prazo existe para impedir que um grupo mude em massa para um estado pequeno na véspera da eleição e decida a disputa de lá. O domicílio também é conferido quando você se candidata.
Voto secreto#
O voto é secreto: o jogo registra que você votou, nunca em quem. O total de cada opção fica à parte, sem nada que o ligue a quem votou, e ninguém vê a contagem antes das 20h. No resultado, os votos dos jogadores aparecem somados por candidato quando pelo menos 5 jogadores (15 na de presidente) deram voto válido na disputa; com menos, a soma chegaria perto de contar o voto de alguém, e fica guardada. Declarar o voto é opcional, e a declaração é pública.
A votação acontece sempre no site, nunca por reação no Discord. É isso que torna o resultado auditável.
A urna#
A urna segue a brasileira: número do candidato, foto, nome, partido e vice. A foto aparece sozinha: é a foto aprovada do perfil do personagem no registro da candidatura, quando o partido envia o DRAP (Convenção e DRAP); sem ela, a urna mostra as iniciais. Trocar a foto do perfil depois não muda a urna.
No dia do turno, a página das Eleições leva à urna. Nela estão só as candidaturas deferidas pelo TSE do seu estado e, para presidente, as do país. Você digita o número de cada candidato:
- O campo vazio é o voto em branco.
- O número que não é de ninguém é o voto nulo.
- No Senado de duas cadeiras são dois votos; o mesmo candidato duas vezes deixa o segundo nulo.
Antes de gravar, a urna mostra o que cada número quer dizer, e você corrige ou confirma. Depois de confirmado, o voto não muda, e cada personagem vota uma vez por turno.
O dia da eleição#
- A urna fica aberta das 10h às 20h, horário de Brasília.
- A apuração roda às 20h, no horário marcado, e é acompanhada ao vivo na call do Discord (Discord). Depois dela, o turno não reabre.
- No calendário padrão, o 1º turno cai nos dias 15, 39 e 63 da temporada, e o 2º turno dois dias depois de cada um: dias 17, 41 e 65 (Temporada e tempo).
2º turno#
Vale para presidente e governador. Se nenhuma chapa tiver a maioria absoluta dos votos válidos, há 2º turno entre as duas mais votadas. Branco e nulo (o "Nenhum" da fórmula) não contam nos válidos. Se uma delas sai antes de a urna do 2º turno abrir, entra a próxima mais votada do 1º, como na Constituição; depois do primeiro voto, a urna do 2º turno não muda.
Entre os dois turnos há um dia de mini-campanha: só a chapa que está no 2º turno faz comício, propaganda paga e pesquisa interna e recebe dinheiro, com o teto 30% maior (Campanha). No dia do 2º turno, o tick das 8h põe no ar o horário eleitoral da véspera, metade para cada chapa, e publica uma pesquisa de cada disputa dele. A urna do 2º turno tem só as disputas dele no seu estado; se o seu estado não tem nenhuma, não há o que votar. A apuração, às 20h, elege a mais votada das duas; no empate, a do candidato mais velho.
Senador e deputado federal são decididos num turno só.
Posse#
Os eleitos tomam posse no começo do mandato seguinte, e o governo antigo segue até lá. A primeira posse é em 1º de janeiro de 2019, no tempo de jogo, e cada mandato dura 4 anos de jogo (24 dias reais). No calendário padrão, a posse é no tick das 8h dos dias 18, 42 e 66, depois de apurado o último turno.
- Entram os eleitos, com o vice da chapa. Quem se reelege no mesmo cargo continua nele, com o mandato novo. Quem foi eleito para outro cargo deixa o que tinha; se era uma cadeira no Congresso, ela vai a um NPC do partido até o fim do mandato dela.
- Sai quem acabou o mandato: presidente, governadores e deputados a cada eleição, e cada senador depois de duas, porque o Senado renova 2/3 e 1/3, como no Brasil. Quem a administração pôs numa cadeira do Congresso fica com o mandato dela; nos outros cargos, sai na posse seguinte.
- As cadeiras sem jogador eleito ficam com NPCs, pela marca de cada partido no estado (NPCs). Sem eleito para presidente ou governador, o cargo fica com o governo provisório NPC.
- Com outro presidente, os ministros do governo que acabou saem; o presidente reeleito fica com os dele (Ministros).
- As candidaturas da eleição fecham, e a página das Eleições passa a mostrar a eleição seguinte, com o resultado da anterior até a nova apuração.
O relatório de apuração#
Junto com o resultado sai o relatório de apuração, com os votos por segmento e por componente da fórmula. Uma linha dele pode ser, por exemplo: "você perdeu 6 pontos entre servidores e aposentados de MG por causa da inflação".
Na página Resultado, nas Eleições, o cartão do resultado mostra, em cada disputa e turno, os votos e a porcentagem dos válidos de cada candidato, quem venceu ou vai ao 2º turno, o branco e o nulo, o comparecimento, quantos jogadores deram voto válido e o peso que o voto deles teve e, com votantes suficientes, os votos de jogadores em cada candidato. De cada candidato aparecem os maiores efeitos da fórmula, como "Classe média urbana (SP): +3,4 pontos pelo partido e +2,6 pela campanha": os pontos são do voto daquele segmento.
Se o eleitorado simulado não conhece nenhum candidato de uma disputa, só o voto dos jogadores conta, um voto cada; com menos de 5 votantes (15 na de presidente), o resultado mostra só quem venceu. Sem nenhum voto válido, ninguém é eleito. As duas coisas são raras: o horário eleitoral dá conhecimento a todos os candidatos durante a campanha (Campanha).
Quem perde precisa entender por quê. É isso que faz o resultado parecer justo: dá para ver onde a campanha funcionou, onde a economia pesou e onde uma promessa quebrada custou votos.
A semente#
A fórmula tem um ruído pequeno, sorteado com uma semente da eleição, a mesma em todas as disputas do turno. A semente é publicada no resultado, às 20h. Ela e a disputa como o motor leu na apuração (os candidatos, a opinião do eleitor, a campanha, as marcas e o contexto) ficam guardadas: com eles, o resultado pode ser refeito e conferido, porque mesma semente e mesmos dados dão sempre o mesmo resultado.