O cargo mais disputado do jogo. O presidente governa o país, divide o poder com o Congresso e responde nas urnas pelo que acontece com a economia.
- Como chega
- Eleição em chapa com o vice. Há 2º turno se ninguém tiver a maioria absoluta dos votos válidos
- Mandato
- 4 anos de jogo (24 dias reais)
- Reeleição
- Uma, pela regra que vale no começo da temporada. O Congresso pode mudar isso por PEC
- Idade mínima
- 35 anos
- Quem pode tirar
- A Câmara autoriza e o Senado condena, no impeachment
O que faz#
O presidente age em quase todas as frentes do jogo:
| Poder | Como funciona |
|---|---|
| Sancionar ou vetar | Tem 48h para decidir sobre cada lei aprovada, pela página dela. O silêncio vale como sanção. O veto pode ser total ou parcial, e o parcial corta dispositivos inteiros; o Congresso pode derrubar. Ver Tramitação |
| Editar medida provisória | Pela tela Propor lei. Vale no tick seguinte, sem esperar o Congresso, mas caduca se as duas Casas não a aprovarem no prazo. Ver Medida provisória |
| Propor leis e PECs | Projeto dele começa na Câmara, e a PEC dele não colhe assinaturas. No projeto que protocolou no cargo, pode pedir urgência: cada Casa tem 3 dias, e depois a pauta tranca |
| Propor o orçamento | A PLOA, nos 3 primeiros dias de cada ano de jogo, dentro do teto da regra fiscal. O que ela não muda segue como está. Ver Orçamento e emendas |
| Montar o governo | Convida para as pastas e exonera os ministros; por MP, decide quantos ministérios existem, como se chamam e em qual fica cada área. Ver Ministros |
| Indicar STF e PGR | Na página do órgão, com a vaga aberta. O indicado aceita, e o Senado sabatina e aprova por maioria absoluta, em voto secreto. Ver Ministro do STF e Procurador-geral da República |
| Nomear sem o Senado | O diretor da PF e os presidentes das estatais |
| Liberar emendas parlamentares | Pela tela do Governo, com o ministro da articulação política. O pagamento é obrigatório, mas o governo escolhe quando liberar: é a principal moeda da coalizão. Ver Orçamento e emendas |
| Decretar | Mexe sozinho em alguns dispositivos, como IPI, IOF e tarifa de importação. O decreto vale no tick seguinte. Ver Decretos e outros atos |
| Liberar transferências aos estados | Pela tela do Governo, com o ministro da articulação política: a cota de cada estado, uma vez por ano, que ajuda quem governa lá e sai do resultado da União. O que não sai no ano se perde. Ver Governador |
Cada um desses atos tem efeito calculado pelo motor. O texto que acompanha o ato é RP; o que conta são os campos da decisão.
A aprovação do governo#
A aprovação do governo é um número do motor, e pesa nas eleições. Candidatos da base ganham votos quando o governo vai bem e perdem quando vai mal, principalmente nos segmentos mais sensíveis ao governo. É assim que a economia decide eleição.
O que mexe na aprovação:
- a economia, calculada a cada tick (Economia do país);
- lei do governo rejeitada, ou indicação ao STF ou à PGR rejeitada no Senado: a aprovação cai um pouco;
- veto: o presidente cai nos segmentos que queriam a lei e sobe nos que não queriam;
- veto derrubado ou MP que caduca: derrota do governo, e os NPCs da base ficam menos fiéis;
- ministério largado sem gestão: a pasta entrega menos, e a conta chega para quem nomeou.
O partido do presidente também sente: estar no governo passa a aprovação dele para a marca do partido, para o bem e para o mal (Partidos).
O vice#
O vice é eleito na mesma chapa e assume a Presidência quando:
- o presidente fica parado por muitos dias: o vice assume de forma interina e devolve o cargo quando o titular volta (Inatividade);
- a Câmara autoriza o impeachment: o presidente é afastado durante o julgamento;
- o presidente perde o cargo, morre ou pede asilo: o vice vira o presidente, com o mandato dele, e a vice fica vaga. Sem vice, o governo provisório assume, e os ministros saem.
Limites#
- Medida provisória não pode tratar de matéria penal, eleitoral ou partidária.
- Ano de eleição: nos 6 ticks antes do 1º turno, é proibido criar programa social novo, salvo em calamidade decretada. Os programas que já existem continuam.
- PGR: nomear é fácil, tirar não. O presidente só destitui o procurador-geral com autorização do Senado, por maioria absoluta.
- Prisão: o presidente não é preso antes da condenação, como na Constituição. O bloqueio de bens o alcança (STF).
- Decreto pode ser sustado pelo Congresso ou derrubado pelo STF numa ADI.
Antes da primeira posse, na pré-temporada, o país é tocado por um governo provisório NPC, que mantém as políticas do começo e não propõe nada. O primeiro presidente jogador toma posse em 1º de janeiro de 2019. Se ninguém se eleger presidente, o governo provisório continua até a eleição seguinte.