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Eventos

Crises, desastres, greves e protestos lançados pela administração, com efeito fixo do catálogo, e como o governo pode responder a eles.

Enchentes, crises internacionais, greves e protestos entram no jogo como eventos. Quem lança é a administração; quem calcula o efeito é o motor.

Quem lança#

Quem lança os eventos é a administração: o Moderador, o Administrador ou o Desenvolvedor (Administração). Protestos também são lançados assim.

Não há eventos automáticos. O motor não sorteia nem sugere eventos: se nada for lançado, nada acontece de fora para dentro.

Como um evento funciona#

  • Catálogo: cada evento do catálogo tem um efeito definido na economia e uma duração em ticks.
  • Alcance: um evento pode atingir o país inteiro ou um estado só.
  • Intensidade: quem lança escolhe a intensidade, dentro de uma faixa.
  • Texto livre, efeito fixo: quem lança escreve o texto do evento como quiser, mas o efeito é sempre o do catálogo.
  • Evento montado na hora: um evento que não está no catálogo só pode usar modificadores que já existem, dentro de limites. Ninguém inventa um efeito do nada.
  • crise internacional;
  • alta do petróleo;
  • enchente;
  • seca;
  • pandemia;
  • greve;
  • rompimento de barragem;
  • descoberta de petróleo.

Um exemplo de efeito: enchente no RS. O PIB do RS cai por 3 ticks (3 dias reais, 6 meses de jogo), a demanda de Construção sobe e o governo do RS tem gasto extra.

Os eventos também mexem nas empresas. O clima, por exemplo, é uma das coisas que pesam no lucro do Agronegócio (Empresas).

Tudo às claras#

Todo evento:

  • vira manchete no jogo;
  • entra no boletim da manhã, que o bot publica no Discord (Discord);
  • fica no log público, com o nome de quem lançou (Transparência).

Como o governo responde#

Não existe ferramenta especial para evento. O governo responde com as ferramentas normais do jogo:

  • MP de crédito extraordinário: como toda medida provisória, entra no grafo no tick seguinte, sem esperar a votação do Congresso (Medida provisória).
  • Decreto de calamidade: além de reconhecer a crise, abre uma exceção na regra do ano de eleição, explicada logo abaixo (Decretos e outros atos).
  • Remanejamento do orçamento: leva verba de uma área para outra (Orçamento e emendas).

Nos 6 ticks antes do 1º turno, é proibido criar programa social novo, para impedir o pacote de bondades de véspera. A calamidade decretada é a exceção: com ela, o governo pode criar o programa mesmo em ano de eleição. Os programas que já existem continuam de qualquer jeito.

A ruptura democrática#

Um evento é especial: a ruptura democrática, que encerra a temporada. A administração só pode lançá-la se o índice de estabilidade democrática estiver abaixo de um limite. Acima do limite, não pode: quem decide que o país chegou lá são os dados, não a administração (Estabilidade democrática).

Veja também#