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Ministros

Os ministros de Estado: nomeação, as áreas de governo que o presidente reparte entre as pastas, o que cada ministro faz e quem decide a Selic.

Os ministros tocam o governo federal no dia a dia. O presidente decide quantos ministérios existem, como se chamam e quem ocupa cada um.

Como chega
Convite do presidente da República: só quem aceita toma posse
Idade mínima
21 anos
Quantos
9 no começo da temporada. Depois, o presidente muda a quantidade
Quem pode tirar
O presidente, ao exonerar o ministro ou extinguir a pasta. O ministro sai quando quiser, pedindo demissão

Os ministérios do começo#

A temporada começa com 9 ministérios:

  • Casa Civil;
  • Fazenda;
  • Justiça e Segurança Pública;
  • Relações Exteriores;
  • Saúde;
  • Educação e Cultura;
  • Infraestrutura;
  • Desenvolvimento Social;
  • Agricultura e Meio Ambiente.

Áreas de governo#

Por trás dos ministérios há um conjunto fixo de áreas de governo, cada uma com seus dispositivos e seu orçamento:

  • articulação política;
  • economia, com o Banco Central;
  • justiça e segurança, com a PF;
  • relações exteriores;
  • saúde;
  • educação e ciência;
  • cultura e esporte;
  • infraestrutura;
  • desenvolvimento social;
  • agricultura e meio ambiente.

O presidente junta as áreas em ministérios como quiser, com uma regra: cada área fica em exatamente um ministério. Assim, fundir, dividir ou renomear ministérios nunca faz sumir uma alavanca do jogo.

A mudança é feita por medida provisória, como no Brasil. Vale no tick seguinte, antes de o Congresso votar; se a MP perder a eficácia, volta a estrutura anterior. O ministro que está numa pasta extinta perde o cargo, e o deputado ou senador em licença volta à cadeira. O ministério que fica sem área é extinto, e a área da economia leva junto a decisão da Selic.

O que faz#

Poder Como funciona
Executar o orçamento da pasta A lei orçamentária divide o dinheiro por área, e cada área entrega conforme a verba. Ver Orçamento e emendas
Controlar os dispositivos da pasta No catálogo, o único dispositivo que um ministro muda sozinho é a Selic. Os outros dependem de lei, PEC ou decreto. Ver Catálogo de dispositivos
Liberar emendas parlamentares O ministro da pasta que tem a articulação política libera as emendas, com o presidente, pela tela do Governo. Ver Orçamento e emendas
Conduzir licitações O ministério abre licitações de obras e serviços. O motor classifica os lances por preço e qualidade, e quem conduz escolhe o vencedor. Ver Licitações
Receber empresas Empresas pedem reunião com o ministro. A agenda é pública; o que se combina ali é RP
Responder às Casas A Câmara e o Senado podem convocar o ministro

A Selic#

O Banco Central fica subordinado ao ministério que tem a área de economia, e quem decide a Selic é o ministro dessa pasta.

  • Uma decisão por tick, por enquanto em passos de até 1 ponto percentual, dentro da faixa do catálogo (de 2% a 20%, com passos de 0,25 ponto). A decisão vale no tick seguinte, e o ministro pode revogá-la enquanto ela espera.
  • Sem decisão, a taxa fica como está. Com a pasta vaga, ninguém decide; a decisão que já esperava o tick continua valendo, e o presidente pode revogá-la.
  • O motor calcula o efeito na inflação, no crédito, nos bancos e na bolsa. Subir a Selic segura a inflação, encolhe o crédito e aumenta o lucro dos bancos.

No Brasil, o Banco Central é independente desde 2021. No jogo, por enquanto, ele responde ao ministro.

Pasta vaga#

Ministério nunca fica com NPC. Se o presidente não nomear ninguém, a pasta fica vaga: os dispositivos da área ficam como estão, a entrega cai e a oposição cobra.

O mesmo vale para o ministro que some. O jogo não tira ninguém do cargo automaticamente, mas a pasta sem gestão entrega menos, os indicadores da área pioram e a aprovação de quem nomeou cai. A pressão para trocar fica com o presidente. Como última instância, o Desenvolvedor pode nomear outra pessoa, com registro no log público.

Quem entra no meio da temporada pode ser nomeado ministro na hora, sem esperar eleição.

O convite#

O presidente monta o governo pela página Ministérios, no Governo:

  • convida um personagem vivo da temporada para uma pasta vaga. O convite aparece para o convidado no Governo e no sino de avisos, no alto do jogo, e vale até a primeira 13h ou 21h depois de 48 horas;
  • o convidado aceita ou recusa. Só no aceite ele toma posse, e a nomeação passa a aparecer para todos;
  • cada pasta tem um convite de cada vez, e cada convidado também. O presidente retira o convite quando quiser. O convite perde o efeito se ele deixar a Presidência, se alguém tomar posse na pasta por outro caminho, se o convidado passar a exercer outro cargo ou se a pasta for extinta; e não volta a valer se a pasta voltar. Com a temporada pausada, o prazo para;
  • um cargo de cada vez: quem já exerce outro cargo, como o vice-presidente ou um governador, não é convidado. O deputado e o senador podem, com a licença.

Na mesma página, todos veem as pastas com os ministros, as últimas posses e saídas e a base do governo: os partidos com ministro e o do presidente, com as cadeiras deles em cada Casa, contra a maioria absoluta e os 3/5 da PEC.

Parlamentar no ministério#

Deputado ou senador nomeado ministro se licencia do mandato, e o suplente assume a cadeira. Enquanto é ministro, ele não vota, não propõe e não fala na sessão da Casa, e deixa a Mesa, se estava nela. O salário é só o da pasta. Enquanto as eleições do jogo não trazem os suplentes, quem ocupa a cadeira é um político NPC do partido dele; no Senado, é sempre um NPC (NPCs).

Quando deixa a pasta, pela exoneração ou pela demissão, ele volta à cadeira, e o NPC sai. Se trocar de partido fora da janela enquanto é ministro, perde o mandato pela fidelidade partidária e não tem cadeira para a qual voltar.

Riscos#

O ministério concentra dinheiro e contratos. Os atos de corrupção ligados a uma pasta rendem ganho imediato, mas todos deixam um rastro escondido:

  • Desvio de verba: dinheiro pessoal ou caixa 2, e a entrega da pasta piora.
  • Direcionamento de licitação: escolher uma empresa que não ficou em primeiro rende propina, e o governo paga mais caro pelo serviço.
  • Propina de empreiteira NPC: para quem controla uma obra, que sai superfaturada.
  • Nepotismo: o presidente pode nomear um parente ministro, mas a nomeação gera rastro.
  • Informação privilegiada: negociar ações sabendo de uma lei ou licitação antes do público.

A Receita também vigia: patrimônio que não bate com a renda declarada gera alerta para a PF e a PGR.

Veja também#