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Presidentes das estatais

Os presidentes das seis estatais federais: nomeação pelo presidente da República, a decisão que cada um toma e o que acontece se a estatal for privatizada.

O governo federal controla seis estatais, com os nomes reais. Cada uma tem um presidente, nomeado pelo presidente da República, e as decisões dele viram inflação, crédito e lucro no motor.

Como chega
Nomeação do presidente da República, sem o Senado
Quantos
6, um por estatal
Fim do cargo
Se a estatal for privatizada, a presidência deixa de ser cargo de nomeação

As estatais e as decisões#

Estatal Decisão do presidente da estatal O que o motor calcula
Petrobras Preço dos combustíveis: seguir o mercado ou segurar Segurar derruba a inflação e também o lucro da Petrobras
Eletrobras Tarifa de energia: seguir o custo ou segurar Segurar derruba a inflação e o custo da Indústria, e também o lucro da Eletrobras
Banco do Brasil Crédito rural, em reais O Agronegócio cresce
Caixa Crédito habitacional, em reais A Construção cresce
BNDES Crédito por setor, em reais O setor escolhido cresce, e a dívida sobe
Correios Não tem decisão própria no catálogo Tende a dar prejuízo, coberto pelo orçamento da União

Cada decisão é um campo estruturado, que o presidente da estatal muda sozinho. O texto que acompanha a decisão é RP.

O que mais cada estatal faz no jogo:

  • Petrobras contrata construtoras e paga royalties aos estados.
  • Banco do Brasil também dá crédito a empresas. O crédito rural tem juros subsidiados para o agro.
  • Caixa paga os programas sociais.
  • BNDES faz empréstimos de longo prazo com juros baixos. Por enquanto, não empresta a empresas de jogadores.
  • Eletrobras contrata construtoras para obras de usinas.

Resultado e dividendos#

O resultado de cada estatal é calculado pelo motor, como o de qualquer empresa. O lucro vira dividendo para a União e entra no orçamento. Por isso, segurar o preço tem dois lados: a inflação cai, mas o dividendo da União também.

Petrobras, Banco do Brasil e Eletrobras têm ações na bolsa de valores. A União mantém o controle, e jogadores podem comprar a parte minoritária.

Moeda de coalizão#

Seis presidências são seis cargos que o presidente da República pode oferecer a aliados. Nos partidos mais fisiológicos, cargos recebidos pesam no voto dos NPCs (Líder de bancada).

Vaga#

A estatal sem presidente fica vaga, sem NPC, e a oposição cobra. O jogo também não tira do cargo o presidente de estatal que some: a estatal sem gestão entrega menos, e a conta chega para o presidente da República, que nomeou. Como última instância, o Desenvolvedor pode nomear alguém para a vaga, com registro no log público.

Privatização#

Toda estatal pode ser privatizada:

  1. Uma lei com o dispositivo "privatizar a estatal X" é aprovada.
  2. A estatal vai a leilão, com lance mínimo igual ao valor de mercado calculado pelo motor. Empresas NPC sempre dão pelo menos o lance mínimo, e jogadores podem entrar sozinhos ou em consórcio.
  3. O dinheiro vai para a União.
  4. A empresa vira privada, e a presidência deixa de ser cargo de nomeação.

Também existe a privatização parcial: vender até 49% das ações, sem perder o controle.

Na vida real, a Eletrobras foi privatizada em 2022. No jogo, ela começa como estatal.

Riscos#

Estatal movimenta contratos e crédito, e isso abre espaço para corrupção. Contratos superfaturados com construtoras (Petrobras e Eletrobras) e empréstimos do BNDES a empresa NPC em troca de propina geram rastro.

Veja também#